A EVOLUÇÃO DA CAMISA DA SELEÇÃO BRASILEIRA

O visual dos uniformes das seleções de futebol sempre nos chama a atenção, pois faz parte do nosso trabalho acompanhar as novidades, tendências e mudanças no design das camisas que vestem jogadores, torcedores e fãs do esporte. Conheça a evolução das camisas.

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O visual dos uniformes das seleções de futebol sempre nos chama a atenção, pois faz parte do nosso trabalho acompanhar as novidades, tendências e mudanças no design das camisas que vestem jogadores, torcedores e fãs do esporte.

A camisa da seleção brasileira passou por uma evolução ao longo destes 85 anos de história. Acompanhe as mudanças e relembre conosco a história do futebol do nosso país:

1930: Ano da primeira Copa do Mundo e o Brasil estreou com uma camisa branca bem diferente com amarração por cordões na gola e mangas compridas. O distintivo era da CBD - Confederação Brasileira de Desportos.

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1938: A nova camisa continua branca e com novidades: a gola “V” no lugar dos cordões, mangas curtas e o escudo da CBD um pouco maior. Na imagem à direita, o jogador Domingos da Guia (1912-2000).

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1950: A mesma permaneceu por anos, até que passou por uma leve mudança: a gola polo na cor azul.

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1954: Foi o ano em que a camisa ganhou a cor amarela no lugar da branca e detalhes em verde. Não é possível ver as cores exatas nesta foto, mas sabe-se que o modelo foi usado também nos mundiais de 1958, 1962 e 1966.

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1970: Para atuar nos gramados mexicanos, a seleção brasileira passou a vestir um modelo com gola canoa. À esquerda, o jogador Pelé ergue a taça Jules Rimet, conquistada pelo Brasil após a partida contra a Itália (4 a 1) na final da Copa de 1970. À direita, o ex-técnico da seleção brasileira, Mario Lobo Zagallo, mostra a camisa que Pelé usou no primeiro tempo da final da Copa.

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1978: A seleção entrou em campo com uma camisa que ainda mantinha a gola canoa, mas voltou a usar mangas compridas. O uniforme também ganhou 3 listras nas laterais, em referência a um patrocinador - o logotipo da empresa ficou ausente.

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1982: Na primeira Copa do Mundo disputada pelo Brasil sob a sigla CBF (Confederação Brasileira de Futebol), a camisa teve modificações significativas: o escudo tradicional deu lugar ao desenho da taça Jules Rimet, e um pequeno ramo de café foi adicionado ao distintivo - em referência ao Instituto Brasileiro do Café, que patrocinava a Confederação. Na imagem à esquerda, os jogadores Júnior e Zico; à direita, réplica do uniforme.

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1990: Praticamente a mesma usada na Copa de 1986, a camisa só teve alteração na gola - o corte "V" foi mudado, deixando o modelo mais fechado na altura do pescoço.

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1994: Neste ano, o modelo teve modificações mais significativas: a camisa retomou o escudo tradicional, acompanhado do nome Brasil e também há a presença de três grandes escudos em relevo. Na imagem, Ronaldão, Romário (com a taça) e Dunga (à direita) comemoram a conquista do Mundial.

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1998: A camisa apresentou gola canoa novamente e ganhou quatro estrelas acima do escudo, além de duas listras verdes nas mangas. Na imagem, o atacante Ronaldo comemora gol durante a vitória por 4 a 1 do Brasil sobre o Chile, pelas oitavas do Mundial.

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2002: Nesta foto posada da seleção, é possível observar que a camisa ganhou gola amarela e a cor verde se destacou em detalhes na camisa.

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2006: Com a vitória de 2002, a camisa passou a ter cinco estrelas acima do escudo, que ganhou um contorno. O modelo também apresentou estrelas em uma gola de design diferente junto com a frase "Nascido para jogar futebol", onde é possível ver também a aplicação de tagless.

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2010: O modelo voltou a ter a gola parecida com o modelo da Copa de 70 e os detalhes em verde se concentraram nas mangas, em forma de listra. Uma diferença bem marcante foi também no tecido, que passou a ser Dry Fit (clique aqui para saber mais sobre tipos de tecidos).

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2011: Esta camisa chegou cheia de novidades e detalhes! A gola na cor amarela e a faixa verde na altura do peito ganharam destaque. O que muitos não sabiam, é que o modelo foi produzido a partir de material reciclado, usando como matéria prima garrafas PET recicladas, assim como os calções e as meias. Na parte interna, a frase "Nascido para jogar futebol" se manteve e um detalhe um pouco escondido também está presente nesta camisa: na parte interna, na área do escudo, há um canário bordado.

A faixa verde não foi tão bem aceita pelos fãs do futebol brasileiro e, realmente, é um elemento um pouco incomum. Segundo a fabricante, a inspiração da faixa é "a pintura de corpo dos guerreiros", o que faria dela um "símbolo da proteção e do fechamento do corpo de um atleta", nas palavras do diretor de marketing da época, Tiago Pinto.

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2012: Deixando de lado um pouco os vários detalhes, a camisa ficou mais simples, sem gola pólo e com bordas extensas verdes nas mangas. Este detalhe se manteve até a Copa das Confederações de 2013, aqui no Brasil.

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2014: O design da camisa foi caprichado e agradou muita gente, diferente da performance da seleção na Copa do Mundo, que deixou muito a desejar. O escudo da CBF ficou maior, as bordas nas mangas diminuiu e a gola ganhou um novo estilo, em “Y”.

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2015: O modelo segue semelhante ao de 2014, com o detalhe interno bordado e também com furinhos na lateral que garantem leveza ao uniforme para os movimentos do jogador.

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2016 e 17: A camisa foi estreada na disputa das Eliminatórias da Copa do Mundo 2018 e foi a primeira camisa da seleção brasileira após a Copa do Mundo 2014. Como 2016 foi ano de Olimpíadas, a camisa sofreu uma alteração: bandeira do Brasil substituindo o escudo da CBF. É um modelo bastante clean, com o tradicional amarelo e detalhes verdes sutis no verso da gola V, debaixo das mangas e nas laterais.

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2018: Esta camisa foi usada pela primeira vez em Berlim, no primeiro encontro (que teve vitória para nós) do Brasil com a Alemanha após o 7 a 1 na Copa de 2014. E este é o manto desenhado e produzido para os jogadores na Copa da Rússia. O tom de amarelo lembra o usado na copa de 1970, um amarelo mais vivo e brilhante.

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Fontes: Futepoca, Globo Esporte, UOL e Mantos do Futebol.

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